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Início > Blog > Análise de Mercado / Economia / Internacional > Panorama & Projeções | julho 2025

Panorama & Projeções | julho 2025

Por LFTM Marketing | 12 de agosto de 2025

O “Panorama & Projeções” é uma editoria que traz os destaques do mercado, bem como o resultado da carteira e as principais movimentações realizadas no período contemplado.

Cenário Internacional

Durante o mês de julho, o foco permaneceu nas políticas protecionistas americanas e nos seus impactos sobre a economia. O mês iniciou com indícios de que as incertezas em relação às tarifas sobre produtos importados poderiam diminuir. As medidas previstas para entrar em vigor no início do mês foram adiadas para 1º de agosto, o que indicava uma abertura para negociações. No entanto, essas expectativas foram frustradas com o anúncio do aumento das alíquotas para países como Brasil e Índia. Ao final do mês, houve nova acomodação, com acordos relevantes envolvendo produtos brasileiros, além de avanços nas relações comerciais com Europa e Japão.

A economia americana tem sido negativamente impactada pela falta de previsibilidade nas políticas de comércio exterior. Apesar da recuperação significativa do PIB, que passou de uma queda de 0,5% no 1º trimestre para uma alta de 3,0% no 2º, o consumo das famílias ficou abaixo dos níveis de 2023 e 2024, e o mercado de trabalho vem mostrando sinais de desaceleração desde o anúncio das medidas protecionistas.

E enquanto a expectativa para a economia americana é de desaceleração, os dados de preços ao consumidor vão na direção contrária. A trajetória de convergência da inflação à meta de 2,0% foi interrompida entre maio e junho, quando o PCE subiu de 2,4% para 2,6%, impulsionado principalmente por bens já afetados pelas tarifas sobre produtos importados.

O cenário é bastante desafiador para a autoridade monetária, que tem duplo mandato (manutenção do crescimento e estabilidade de preços). Neste contexto, o Banco Central americano decidiu pela manutenção dos juros básicos no intervalo entre 4,25% e 4,50%, patamar vigente desde o início do ano. A possibilidade de retomada do ciclo de queda de juros na próxima reunião ainda segue fortemente dependente da evolução dos dados de atividade do mercado de trabalho e da retomada da convergência da inflação ao consumidor em direção à meta.

Para as demais economias relevantes, os impactos das tarifas sobre a atividade pareceram mais limitados. Na China, o PIB do 2º trimestre cresceu 5,2%, levemente abaixo dos 5,4% do trimestre anterior, mas ainda em nível elevado, sustentado por estímulos internos e ampliação de parcerias comerciais. Já na Zona do Euro, o crescimento de 1,4% no período superou as expectativas.

 

Cenário Nacional

A atividade econômica no Brasil segue bastante forte. Em junho, a taxa de desemprego atingiu 5,8%, o menor nível da série histórica. O mercado de trabalho aquecido tem pressionado os salários, que cresceram mais de 3,0% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Apesar da pressão da demanda sobre os preços de serviços, o IPCA tem mostrado desaceleração. Após acumular 5,50% em 12 meses até agosto, o índice caiu para cerca de 5,30% até julho e deve seguir em tendência de queda rumo aos 5,00% até o fim do ano. Esse movimento foi favorecido, sobretudo, pela desvalorização do dólar (inclusive em relação à moeda brasileira), e pela queda nos preços de alimentos e bens industriais.

Na reunião do Copom do mês de julho, o comitê decidiu por unanimidade manter a taxa básica de juros em 15,00% ao ano. Essa foi a primeira pausa após sete elevações consecutivas iniciadas em setembro do ano passado, que somaram 450 pontos-base e levaram os juros ao maior patamar desde 2006. O comitê reforçou a necessidade de cautela diante de um cenário ainda incerto, indicando a manutenção da taxa nas próximas reuniões.

No âmbito internacional, as políticas protecionistas dos EUA trouxeram incertezas para o Brasil. No início do mês, o governo americano anunciou que as tarifas sobre produtos brasileiros saltariam de 10% (o patamar mínimo) para 50% (patamar máximo). Ao final do mês revisaram a declaração, incluindo uma extensa lista de exceções que cobririam quase metade da pauta de exportações brasileiras para os EUA e que voltariam aos 10% iniciais.

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