↑
Lifetime
  • Lifetime
    • Sobre nós
    • Nossos escritórios
    • Nosso compromisso
    • Trabalhe conosco
  • Conglomerado
    • Investimentos
    • Asset Management
    • Planejamento Patrimonial
    • Family Office
    • Corporate
    • Câmbio
    • Investment Banking
    • Lifetime W
  • Conteúdos
    • Blog
    • Imprensa
  • Fale conosco
Lifetime
  • Lifetime
    • Sobre nós
    • Nossos escritórios
    • Nosso compromisso
    • Trabalhe conosco
  • Conglomerado
    • Investimentos
    • Asset Management
    • Planejamento Patrimonial
    • Family Office
    • Corporate
    • Câmbio
    • Investment Banking
    • Lifetime W
  • Conteúdos
    • Blog
    • Imprensa
  • Fale conosco

Início > Blog > Destaques / Economia > 2025: O ano de reacomodação da economia global

2025: O ano de reacomodação da economia global

Por LFTM Marketing | 29 de dezembro de 2025
Retrospectiva Economia 2026

2025 foi um ano marcado por altos e baixos, surpresas e confirmações.
No ambiente global, houve grande visibilidade para as novas políticas norte-americanas. No Brasil, o mercado de trabalho seguiu aquecido, mas a pressão de demanda sobre os preços e as incertezas fiscais foram fontes de preocupação e mantiveram os juros elevados.

À medida que nos aproximamos da transição entre 2025 e 2026, chegamos ao momento ideal para revisar os principais acontecimentos do ano e analisar como o cenário econômico evoluiu entre o início e o fim do período (1).

A economia brasileira em 2025: entre juros altos e inflação persistente

Retrospectiva 1

Retrospectiva 2

O ano foi marcado por uma política monetária ainda bastante restritiva, refletindo a postura conservadora do Banco Central, que busca manter a inflação na meta e as expectativas ancoradas. A virada de 2024 para 2025 ocorreu em meio a um ciclo de alta de juros. A Selic, que estava em 12,25% em dezembro do ano anterior, foi elevada até 15,00% em meados de 2025 e permaneceu nesse patamar até dezembro. Para os próximos meses, há uma indicação condicional por parte do Copom: o ciclo de afrouxamento monetário parece estar próximo, mas sua efetivação depende da melhora dos indicadores relacionados à inflação de demanda.

Retrospectiva 3

Esse cuidado da autoridade monetária decorre da evolução dos indicadores ao longo do ano. Por um lado, a Selic elevada reduziu o ritmo de crescimento da concessão de crédito e levou a uma desaceleração moderada da atividade. Por outro, a resiliência do mercado de trabalho manteve o desemprego em patamar historicamente baixo, com a massa salarial ainda exercendo impulso relevante sobre a economia.

Enquanto a pressão de demanda manteve as preocupações com a inflação elevadas, a valorização do real ajudou a aliviar os índices de preços. Ao longo do ano, a moeda brasileira se beneficiou da fraqueza do dólar americano — impactado pelas incertezas em relação às políticas externas dos Estados Unidos — e do diferencial de juros, à medida que o FED iniciou cortes nos Fed Funds enquanto o Banco Central brasileiro manteve sua postura conservadora. Ainda que os ruídos fiscais tenham limitado uma valorização mais expressiva, o real, que iniciou 2025 próximo de R$ 6,20/USD, encerrou o ano mais próximo de R$ 5,50/USD.

Nesse contexto, os preços ao consumidor apresentaram resultado melhor do que o esperado em 2025. O IPCA-15 encerrou dezembro em 4,41% no acumulado em 12 meses, resultado influenciado pela forte desaceleração dos preços de alimentos no domicílio e de bens industriais — itens mais sensíveis à taxa de câmbio. Por outro lado, os preços de serviços permaneceram próximos de 6,0% entre agosto e setembro, mantendo um ponto relevante de atenção para a autoridade monetária.

Além disso, o quadro fiscal seguiu como um importante fator de risco. O resultado primário permaneceu negativo ao longo do ano, mesmo diante dos esforços para ampliação de receitas e cumprimento das metas fiscais. Esse fator pode atuar como limitador para um ciclo mais intenso de flexibilização monetária em 2026.

A economia americana em 2025: crescimento resiliente apesar do cenário desafiador

Retrospectiva 4

A postura protecionista do novo presidente americano elevou as tensões comerciais ao longo do ano. Apesar das sinalizações de aumento de tarifas ainda durante a campanha eleitoral de 2024, em 2025 surpreenderam a forma errática, a abrangência geográfica e o nível das alíquotas implementadas. Ainda que essas políticas tenham adicionado volatilidade aos mercados e afetado cadeias globais, o crescimento do PIB americano manteve-se positivo, sustentado principalmente pelo consumo doméstico.

Os dados até o terceiro trimestre mostraram crescimento anualizado de 4,3%, impulsionado pelo consumo das famílias e pelo setor externo. A resiliência da economia americana ocorreu apesar da desaceleração do mercado de trabalho, reflexo das incertezas e das políticas protecionistas. Vale destacar, no entanto, que parte dos efeitos ainda pode se intensificar, especialmente em função da maior paralisação do governo americano já registrada — cujos impactos completos serão conhecidos apenas no início do próximo ano.

No campo da inflação, também houve reflexos das novas políticas comerciais. As tarifas elevaram a inflação de bens não duráveis de 1,2% para 2,0% e a de bens duráveis de -0,3% para 1,3%. Em contrapartida, a desaceleração dos preços de serviços contribuiu para que o índice encerrasse novembro em 2,7%, abaixo dos 2,9% registrados no fim do ano anterior.

Esse cenário justificou a retomada do ciclo de cortes de juros pelo Banco Central americano. Os Fed Funds iniciaram 2025 no intervalo entre 4,25% e 4,50% a.a. e encerraram o ano entre 3,50% e 3,75% a.a.

Apesar do aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos, a China manteve ritmo de crescimento relativamente sólido, ainda que inferior ao observado no período pré-pandemia. Estímulos governamentais, incentivo ao crédito, diversificação de parceiros comerciais e manutenção de juros baixos ajudaram a mitigar os impactos do ambiente externo mais desafiador.

Na Zona do Euro, a convergência da inflação para patamares próximos à meta permitiu a manutenção de juros em níveis mais baixos. No entanto, a atividade industrial — especialmente na Alemanha — decepcionou, sendo parcialmente compensada pelo setor de serviços. No Reino Unido, por sua vez, a economia mais aquecida e a inflação persistente limitaram o espaço para cortes adicionais de juros.

No campo geopolítico, as tensões entre Estados Unidos e China se intensificaram no primeiro semestre, na esteira do aumento das tarifas. Na segunda metade do ano, entretanto, houve certa acomodação. No Oriente Médio, a instabilidade diminuiu após o acordo de cessar-fogo entre Hamas e Israel. Por outro lado, apesar de diversas tentativas diplomáticas, o conflito entre Rússia e Ucrânia encerrou 2025 sem solução definitiva, e, em dezembro, houve intensificação das tensões entre Venezuela e Estados Unidos.

(1) O texto leva em conta os dados disponíveis até 23/dez/25.

Na Lifetime, acompanhamos diariamente a evolução do cenário econômico e seus impactos sobre os ativos financeiros.

Nossos especialistas estão preparados para oferecer alocações alinhadas a cada perfil de risco, com recomendações de produtos e estratégias que buscam rentabilidade, proteção patrimonial e consistência no longo prazo.

Para saber mais sobre a Lifetime, confira:

  • A visão do nosso CEO, Fernando Katsonis, sobre a conquista do tetra campeonato da Lifetime
  • Entrevista que Katsonis concedeu à Exame sobre vencer pela 4ª vez como Melhor Assessoria do Brasil

E se você quiser entender como a Lifetime pode gerar valor para a sua vida, clique aqui e agende com um de nossos especialistas.

Destaques Economia

Time de Marketing

Lifetime

Navegação de Post

Postagem anterior:
PIB americano | Primeiras Impressões: avançou 4,3% no terceiro trimestre do ano e registrou o melhor resultado desde 2023
Próxima postagem:
Perspectivas Econômicas para 2026: o que esperar do próximo ciclo?

Reports

  • Wealth Planning – Educação Financeira e Sucessória
  • Report Tempos de Incerteza
  • Fim do Golden Visa
  • Wealth Planning – Reforma Tributária
  • Report Crise de Confiança
Veja todos os reports >

Categorias

  • Ações (5)
  • Análise de Mercado (86)
  • Assessoria (5)
  • Carros (2)
  • Destaques (264)
  • Economia (337)
  • Empresas (13)
  • Eventos (3)
  • Family Office (7)
  • Fundos (3)
  • História de Valor (8)
  • Internacional (61)
  • Lifestyle (42)
  • Marca (19)
  • Offshore (126)
  • Planejamento Patrimonial (1)
  • Renda Fixa (10)
  • Rota Lifetime (1)
  • Sem categoria (2)
  • Wealth Planning (27)

Buscar por data

  • abril 2026 (8)
  • março 2026 (15)
  • fevereiro 2026 (10)
  • janeiro 2026 (12)
  • dezembro 2025 (11)
  • novembro 2025 (8)
  • outubro 2025 (12)
  • setembro 2025 (13)
  • agosto 2025 (16)
    • INSCREVA-SE E RECEBA
      NOSSA NEWSLETTER

      Lifetime

      Há 14 anos gerando valor para a sua vida.

      Fale com um especialista

      Lifetime

      • Sobre nós
      • Nossos escritórios
      • Nossos compromisso
      • Trabalhe conosco

      Conteúdos

      • Blog
      • Imprensa

      Canal de denúncia

      Conglomerado

      • Investimentos
      • Asset Management
      • Planejamento Patrimonial
      • Family Office
      • Corporate
      • Câmbio
      • Investment Banking
      • Lifetime W

      Acompanhe

      Great Places to Work
      Fotos da sede Lifetime

      © 2026 Lifetime | Lifetime Assessores de Investimento Ltda. | CNPJ: 14.920.784/0001-80 | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 510 - Conj. 101/102, 10º andar - Vila Nova Conceição - CEP: 04543-000 - São Paulo/SP | E-mail: contato@lftm.com.br

      • Política de privacidade
        Termo de consentimento