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Início > Blog > Economia / Offshore > Dólar avança para R$ 5,30 na maior valorização desde o início do governo Lula

Dólar avança para R$ 5,30 na maior valorização desde o início do governo Lula

Por LFTM Marketing | 7 de junho de 2024
Entenda os motivos por trás da alta do dólar

Por Marcela Kawauti, economista-chefe da Lifetime Asset

O real brasileiro vem perdendo valor desde o início do ano. Após fechar 2023 ao redor de R$/US$ 4,85, a moeda atingiu R$/US$ 5,27 em meados de abril e voltou a se acomodar no patamar entre R$/US$ 5,10 e R$/US$ 5,15 em seguida. Na última semana, no entanto, houve uma forte desvalorização da moeda brasileira, que se aproximou de R$ 5,30, no maior nível desde janeiro de 2023.

Os fatores por trás desse movimento têm caráter doméstico e externo. Alguns deles não são novidade e já haviam sido destaque na puxada da moeda em abril. Mas a convergência de incertezas e a sua intensificação fez com que os riscos fossem rapidamente materializados nos preços.

Persistência da inflação americana e juros em patamar elevado até o final de 2024 traz força ao dólar

Ainda que alguns dados como o PIB do primeiro trimestre e a criação de vagas de emprego mostrem acomodação da atividade econômica nos Estados Unidos, a convergência da inflação à meta de 2% segue mais lenta do que o pretendido pela autoridade monetária.

O Federal Reserve precisa manter os juros em patamar historicamente alto pelos próximos meses, sem espaço para normalização das taxas no curto prazo. O rendimento interessante atrai investidores para os títulos de renda fixa americanos e aumenta a demanda por dólar. Em especial, o contexto de tensões geopolíticas impulsiona a fuga para a segurança, dando força adicional à moeda americana.

A isso se soma o início de normalização de juros na Zona do Euro e a iminência de cortes no Reino Unido, que colocam o rendimento de títulos americanos em patamar atrativo também na comparação com as economias avançadas.

Aumento das incertezas na economia brasileira

O aumento de incertezas domésticas vem tendo um peso cada vez mais relevante sobre a moeda brasileira. O governo federal não consegue colocar em prática o ajuste necessário para o equilíbrio das contas públicas. Do lado da arrecadação, alguns esforços de aumento de base tributária têm sido frustrados pelo Congresso Nacional.

Do lado dos gastos, não parece haver espaço para cortes importantes. Nem mesmo o novo arcabouço, cujo primeiro ano de vigência é 2024, tem sido suficiente para dar credibilidade às contas públicas. As metas fiscais estabelecidas não são consideradas factíveis e o mercado espera resultados primários negativos para este ano e para os próximos.

A isso se soma o receio de descontinuidade da política monetária. O executivo federal precisa nomear dois diretores e o novo presidente do Banco Central para iniciar o mandato em 2025. A partir de então, a maioria do colegiado será de indicados do governo atual. Falas de integrantes do Ministério da Fazenda e pessoas no entorno apontam para a possibilidade de indicações políticas, em detrimento de nomes técnicos, o que pode levar a uma leniência maior com a inflação e preferência por juros artificialmente baixos. Por fim, a intervenção federal para a troca da presidência da Petrobrás levou a uma desconfiança em relação à ingerência governamental sobre a economia.

O Real e as moedas de países emergentes

Alguns eventos relacionados aos países emergentes contaminaram a moeda brasileira nos últimos dias. Em primeiro lugar, as eleições presidenciais no México que terminou com a escolha por um governo com viés expansionista com maioria no legislativo, aumentando a aversão a risco em relação às economias em desenvolvimento. A isso se somou o recente recuo dos preços de commodities, que devem gerar um superávit comercial menor e queda do fluxo de dólares para os países exportadores.

Em resumo, a taxa de câmbio é a variável de ajuste para precificar o aumento recente de incertezas. Há, no entanto, movimentos adicionais que acompanharam esse cenário como o recuo da bolsa brasileira, e elevação da curva de juros futura puxada pela piora no prêmio de risco. A perspectiva para o 2º semestre de 2024 é de acomodação do real brasileiro de volta ao patamar entre R$/US$ 5,10 e R$/US$ 5,15, acima do que vigorou em 2023, mas abaixo do patamar atual por conta do esvaecimento de parte das incertezas correntes. No entanto, a gama de incertezas deve seguir elevada gerando volatilidade a esta tendência.

Na Lifetime, acompanhamos diariamente a evolução do cenário econômico e os impactos sobre os preços de ativos. Nossos especialistas estão prontos para oferecer a melhor alocação de acordo com cada perfil de riscos, com a indicação de produtos e serviços com boas perspectivas e proteção para o patrimônio.

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