↑
Lifetime
  • Lifetime
    • Sobre nós
    • Nossos escritórios
    • Nosso compromisso
    • Trabalhe conosco
  • Conglomerado
    • Investimentos
    • Asset Management
    • Planejamento Patrimonial
    • Family Office
    • Corporate
    • Câmbio
    • Investment Banking
    • Lifetime W
  • Conteúdos
    • Blog
    • Imprensa
  • Fale conosco
Lifetime
  • Lifetime
    • Sobre nós
    • Nossos escritórios
    • Nosso compromisso
    • Trabalhe conosco
  • Conglomerado
    • Investimentos
    • Asset Management
    • Planejamento Patrimonial
    • Family Office
    • Corporate
    • Câmbio
    • Investment Banking
    • Lifetime W
  • Conteúdos
    • Blog
    • Imprensa
  • Fale conosco

Início > Blog > Economia > Dólar blue é cotado a mais de 1 mil pesos na Argentina pela primeira vez

Dólar blue é cotado a mais de 1 mil pesos na Argentina pela primeira vez

Por LFTM Marketing | 10 de outubro de 2023
dólar

O dólar blue, cotação paralela para a moeda norte-americana amplamente utilizada na argentina, ultrapassou pela primeira vez o valor de 1 mil pesos argentinos. A notícia se dá em meio à crise inflacionária que acomete a Argentina há anos, mas que se agravou a partir de meados de 2022, quando o dólar blue era cotado a cerca de 214 pesos argentinos.

Na cotação oficial, o dólar vale cerca de 360 pesos, mas é preciso ter em mente que a Argentina não utiliza o regime de câmbio flutuante, como o Brasil, no qual o preço das moedas é determinado pelo mercado. Ao contrário, o governo impõe rígidos controles ao valor das moedas estrangeiras, fazendo com que a cotação oficial pouco importe para a população.

O governo argentino adota um sistema de restrições à compra e venda de dólares, limitando a compra de dólares por pessoas físicas a US$ 200 por mês. Essa restrição provocou o surgimento de uma série de cotações alternativas para a moeda dos Estados Unidos, sendo a taxa de referência no mercado paralelo o dólar blue.

Por que o dólar chegou a 1 mil pesos?

Entre 1991 e 2003, vigorava na Argentina a Lei da Convertibilidade, que garantia a paridade entre o peso argentino e o dólar. A medida foi adotada para conter a hiperinflação que assolou o país na década anterior, mas demandava que as autoridades monetárias argentinas garantissem cada peso em circulação com um dólar americano.

No início, a medida freou a inflação e trouxe uma sensação de estabilidade para o país, mas se provou insustentável no longo prazo, uma vez que era praticamente impossível manter um vigoroso fluxo de dólares em direção à Argentina, principalmente em meio aos fenômenos externos que deram força ao dólar a partir de meados dos anos 90.

Na tentativa de manter a paridade entre peso e dólar, a Argentina mergulhou em uma profunda crise econômica entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, e teve que abandonar a Lei da Convertibilidade em 2003. Nos anos seguintes, a economia foi impulsionada pelo crescimento chinês e pela valorização das commodities no mercado internacional, mas o fôlego que manteve a Argentina relativamente estável durou apenas até 2011.

Desde então, Argentina tem apresentado graves problemas fiscais, sendo incapaz de pagar por suas dívidas, o que força as autoridades do país a expandirem a base monetária em um ritmo quase acelerado. Com o crescimento da base monetária, o peso argentino se deprecia constantemente, gerando uma inflação galopante.

Para se ter uma noção da situação econômica do país, a dívida externa da Argentina totalizou US$ 276,2 bilhões no segundo trimestre deste ano, enquanto as reservas internacionais do país somam US$ 26,2 bilhões, o que equivale a menos de 10% do valor da dívida.

Diante da incerteza fiscal e do medo da inflação, a população argentina vê no dólar uma forma de proteger seu patrimônio, enquanto não confiam no peso para nada além de compras cotidianas, uma vez que a moeda se deprecia rapidamente. Com uma demanda cada vez maior por dólares, a moeda argentina tende a se desvalorizar cada vez mais, como tem acontecido nos últimos anos.

Esse é um breve resumo dos motivos pelos quais o dólar atualmente é negociado a 1 mil pesos argentinos, sendo que há 10 anos o mesmo dólar valia cerca de 10 pesos argentinos.

 

Economia

Time de Marketing

Lifetime

Navegação de Post

Postagem anterior:
Max Verstappen: quanto ganha um tricampeão da Fórmula 1?
Próxima postagem:
Inflação avança 0,26% em setembro e volta a se distanciar da meta com alta dos combustíveis

Reports

  • Wealth Planning – Educação Financeira e Sucessória
  • Report Tempos de Incerteza
  • Fim do Golden Visa
  • Wealth Planning – Reforma Tributária
  • Report Crise de Confiança
Veja todos os reports >

Categorias

  • Ações (5)
  • Análise de Mercado (86)
  • Assessoria (5)
  • Carros (2)
  • Destaques (269)
  • Economia (347)
  • Empresas (13)
  • Eventos (3)
  • Family Office (7)
  • Fundos (3)
  • História de Valor (8)
  • Internacional (61)
  • Lifestyle (42)
  • Marca (19)
  • Offshore (126)
  • Planejamento Patrimonial (2)
  • Renda Fixa (11)
  • Rota Lifetime (1)
  • Sem categoria (2)
  • Wealth Planning (27)

Buscar por data

  • maio 2026 (5)
  • abril 2026 (14)
  • março 2026 (15)
  • fevereiro 2026 (10)
  • janeiro 2026 (12)
  • dezembro 2025 (11)
  • novembro 2025 (8)
  • outubro 2025 (12)
  • setembro 2025 (13)
    • INSCREVA-SE E RECEBA
      NOSSA NEWSLETTER

      Lifetime

      Há 14 anos gerando valor para a sua vida.

      Fale com um especialista

      Lifetime

      • Sobre nós
      • Nossos escritórios
      • Nossos compromisso
      • Trabalhe conosco

      Conteúdos

      • Blog
      • Imprensa

      Canal de denúncia

      Conglomerado

      • Investimentos
      • Asset Management
      • Planejamento Patrimonial
      • Family Office
      • Corporate
      • Câmbio
      • Investment Banking
      • Lifetime W

      Acompanhe

      Great Places to Work
      Fotos da sede Lifetime

      © 2026 Lifetime | A Lifetime é um grupo econômico composto por: Lifetime Assessores de Investimento Ltda. (CNPJ: 14.920.784/0001-80) atuando no mercado financeiro como preposto do Banco BTG Pactual S/A e Lifetime Gestora de Recursos Ltda. (CNPJ: 26.454.342/0001-75). As empresas do grupo exercem atividades independentes e sujeitas a regimes regulatórios próprios, sendo responsáveis exclusivamente pelos serviços que prestam. As informações deste site possuem caráter meramente informativo e não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos financeiros. Antes de investir, o investidor deve avaliar os riscos, seus objetivos e seu perfil. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. Investimentos envolvem riscos, incluindo a possibilidade de perda do capital investido. | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 510 - Conj. 101/102, 10º andar - Vila Nova Conceição - CEP: 04543-000 - São Paulo/SP | E-mail: contato@lftm.com.br

      • Política de privacidade
        Termo de consentimento