Expectativas da Semana: Copom, PCE e Geopolítica
Brasil: Política Monetária e Indicadores
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Ata do Copom (Terça-feira): O documento deve detalhar os argumentos por trás do terceiro corte consecutivo da taxa Selic, ocorrido na semana passada.
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Relatório de Política Monetária (Quinta-feira): Somado à ata, o relatório é decisivo para alinhar as apostas de mercado. O último comunicado deixou em aberto se o comitê fará uma pausa ou dará sequência ao ciclo de flexibilização monetária na reunião de agosto.
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Boletim Focus (Segunda-feira): A nova rodada deve incorporar a decisão de política monetária da semana passada e a perspectiva do fim da guerra no Oriente Médio.
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IPCA-15 de junho: O indicador servirá como um termômetro prévio dos preços ao consumidor no mês.
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Dados de Maio: A agenda doméstica também traz dados de atividade, taxa de desemprego, setor externo e arrecadação federal.
Estados Unidos: Foco na Inflação
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Índice PCE (Maio): É o destaque da semana nos EUA e a medida de inflação ao consumidor preferida do Banco Central americano.
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Outras Indicações: O radar inclui o PMI composto, a revisão do PIB do primeiro trimestre e a confiança do consumidor medida pela Universidade de Michigan.
Cenário Internacional: Ásia, Europa e Oriente Médio
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Banco Central Chinês: A semana começa com a decisão de juros na China, que deve manter as taxas de referência estáveis.
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Indicadores Antecedentes: Divulgação dos PMIs de junho de economias avançadas (Japão, Zona do Euro e Reino Unido).
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Acordo de Paz (EUA e Irã): É o evento de maior peso da semana no cenário internacional. O texto do acordo geopolítico prevê, entre outros pontos, a reabertura do Estreito de Ormuz, um movimento que será acompanhado de perto pelos analistas.
